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quarta-feira, 23 de janeiro de 2008

PROCURA-SE: MAMADOU! Ou sóbrio(u)

Estou VERDADEIRAMENTE REVOLTADO com as notícias de hoje!

Há uns meses atrás, quando Maddie McCann desapareceu do Algarve, foram postos todos os meios e mais alguns à disposição da polícia, para encontrar a rapariga britânica.
Porque era filha de pais abastados.
Porque era inglesa.
E foram angariados milhares e milhares de euros para a conta dos pais (supostamente solidariedade), para auxílio às buscas.

Há uns dias, desapareceu, em Espanha, Mari Luz, outra criança.
Diferenças? Esta era de etnia cigana. E pobre.
Os pais ainda não visitaram o Papa.
Hoje ficámos a saber que já foram angariados... 400 euros!
Também hoje ficámos ainda a saber que já no dia 14 deste mês (há já mais de uma semana), Mamadou N'Diaye desapareceu do Algarve.
Provavelmente porque é senegalês, só agora foi dada conta do caso na comunicação social.
Não foi criada qualquer conta de solidariedade nem angarida qualquer quantia.
Há uma mera participação do desaparecimento à PSP.



PS: Ah, se calhar é importante para a história (e peço imensa desculpa por não o ter dito antes), Mamadou não é propriamente uma criança indefesa. Tem um metro e noventa e dois.
Ah, e também não é uma criança. Tem 22 anos.
E é (era?) jogador de futebol do Portimonense.
Podem ver a história aqui.

Neste momento procura-se Mamadou. Esteja ele mamado(u) ou sóbrio(u). O clube pede a quem o encontrar que não diga nada. Muito obrigadoSerá que estamos perante uma nova ameaça???
Haverá uma nova máfia de menores, que rapta matulões para fazerem sabe-se lá o quê com eles???

domingo, 9 de dezembro de 2007

Frase do dia

Qual é a diferença entre a Maddie Mccann e o Nuno Gomes?



A Maddie desmarca-se melhor!

(autor desconhecido)

quinta-feira, 29 de novembro de 2007

O carteiro toca sempre duas vezes

Vocês nunca tiveram curiosidade de saber se a expressão "o carteiro toca sempre duas vezes" é mesmo verdadeira, ou se tudo não passou de um filme???

Pois eu sempre tive.

E agora, com experiência própria, posso-vos dizer que é um mito. O carteiro NEM SEMPRE toca duas vezes.

E sabem como é que eu fiz o teste, sabem? Ah-ha! Pois escrevi a mim mesmo!!!

Quer dizer, eu não me lembro de o ter feito, mas parece que é verdade.

Pelo menos, é o que diz o Senhor Anónimo...

Eu explico:

Há milhares de anos atrás, DESGRAÇADAMENTE, escrevi aqui um post intitulado "Stop Maddie" (se quiserem recordar, está aqui), no qual criticava, de forma irónica, a imprensa, por nos continuarem a bombardear, diariamente (e várias vezes ao dia) com excesso de informação (inóqua) sobre a Maddie McCann.

São já dezenas as visitas que vieram ao blog à conta desse post.

Felizmente, a maior parte delas percebeu o contexto da coisa.

Lamentavelmente há muitos milhares de pessoas a viver no limiar da pobreza da inteligência (eh, pá, esta foi boa). E, alguns desses, resolveram bater-me por causa do pobre (e inocente post).

O penúltimo deles, o Sr. Anónimo, presenteou-me com esta bela prosa (rói-te todo, Fernando Pessoa...):

"De: Anónimo
"Isto tudo que escreves-te nao tem piada absolutamente nenhuma! É de muito mau gosto e de mau caracter estar a brincar com esta situação!!!"

Não sei se já aqui vos confessei que um dos meus fetiches é gostar de ser insultado. Em troca, só exijo uma coisa: que isso seja feito com classe. À bruta, não!

Por isso, deixo aqui umas linhas dedicadas ao poeta Anónimo:

Já aqui o disse noutras ocasiões semelhantes, mas parece que nunca é demais repetir: Para me dar uma ensaboadela, é preciso, NO MÍNIMO, saber tanto quanto eu.

Depois, uma pessoa que não tem coragem de pôr o nome num comentário não pode falar do carácter, dos outros.
(Já agora, por via das dúvidas, quando for para me insultar peço que ponham também a morada e o número de telefone...)

Depois, se eu tivesse conseguido ter piada, já tinha fechado o blog. Ando há 2 anos e meio a tentar fazer uma piada... e nada! No dia em que uma me sair bem, realizo-me e fecho a loja. Até lá, vou tentando. E não me censurem por tal...

Posso ainda dizer que acredito no provérbio que diz que "gostos não se discutem".

Portanto, o Senhor Anónimo pode não ter gostado do meu post e está no seu direito.

O problema aqui é que eu acho que o Senhor Anónimo não o percebeu. O post era uma critica à imprensa e não um juízo de valor sobre o caso em si.

Mas percebo que o Senhor Anónimo não tenha percebido o post.

É que, segundo um insuspeito site (já agora, um pequeno parentesis para fazer um agradecimento ao Chico, um dos meus principais fornecedores de matéria-prima deste género), segundo um insuspeito site, dizia, é preciso ter uma pós graduação para entender o que eu aqui escrevo.
Ora confirmem:
cash advance

Por falar em escrever: Mais a sério, eu não escrevo cartas a mim mesmo. Nem escrevo no meu próprio corpo. Daí dever escrever-se (lá está o escrever) "escreveste" e não escreves-te".

Quanto ao mau caracter, eu tenho e sou mau carácter. Já maus caracteres tem aqui o teclado do computador. Mas estou a tentar reparar esse defeito.

Volte sempre!
(quando acabar o curso...)

quarta-feira, 12 de setembro de 2007

STOP Maddie McCann


Face às "notícias" hoje publicadas nalguma "imprensa", vejo-me forçado a efectuar aqui um desmentido público: Os Sorrisos em Alta NÃO FORAM constituídos arguidos no "Caso Maddie"!
Ponto final.

O que se passa é que a paciência tem limites e não aguentava ouvir nem mais uma "notícia" sobre o alegado desaparecimento da Madeleine McCann.

É um facto que estive a ser ouvido na Delegação da Polícia Judiciária (PJ) de Portimão.

Mas que fique bem claro que fui eu que lá me dirigi, de livre e espontânea vontade, para contar toda a verdade!

Não tenho qualquer receio em violar um eventual segredo de justiça.

Por isso, depois de o ter feito às autoridades, deixo aqui, em segunda mão, aos nossos privilegiados leitores, toda a verdade sobre a história do desaparecimento de Maddie.

Qualquer um de vós já sofreu o suficiente com esta história. Todos merecem saber a verdade. E já.

O público em geral não merece que lhe continuem, deliberadamente, a omitir a veracidade sobre este caso.

Já passaram demasiado tempo a sofrer pela criança, a pensar onde ela poderá estar, a ouvir "testemunhos" ou a reter pensamentos sobre a personalidade dos pais.

Espero que estejam sentados pois a verdade certamente será uma enorme surpresa para todos.

Senhoras e senhores, meninos e meninos, prestem atenção.

Por muito que vos custe agora a aceitar, depois das horas que já perderam a acompanhar este caso, lamento desiludir-vos e espantar-vos ao revelar que....

A Maddie Mccan nunca vai aparecer!

Não começem já a chorar, pôrra!

Eu não disse que mataram a miúda ou que está nas mãos dum pedófilo.

Vejam lá se prestam atenção, caraças!

Há tanto tempo à espera e agora não aguentam um bocadito?

Eu nem sequer estou a fazer suspense.

É apenas uma pequena, breve e resumida (passe a redundância) introdução.

Agora que já tenho a vossa atenção, aqui vai:

A Madeleine McCann nunca vai aparecer porque... pura e simplesmente.... ela não existe!!!

Se depois do desmaio voltaste a ler isto, leste bem!

Meus amigos, Maddie McCann não passa de uma mega-produção conjunta dos 3 canais nacionais, numa co-produção com a britânica Sky News!
Tudo para tentar destronar a tirania de share televisivo das séries americanas.

Nunca, até hoje, se haviam posto tantos meios à disposição de uma série televisiva.
Uma série que se inspirou nas (poucas) partes conseguidas da novela "A doce Fugitiva", misturando-a com os famosos desenhos do "Where is Wally"?, ao que juntou um pouco de tudo o que a TV tem tido últimamente com um pouco mais de audiência.

Como, por exemplo, o "Big Brother".
Certamente compreendem, agora, as ligações em directo à Casa da Praia da Luz (mesmo depois de já não estar lá ninguém...).

A super-produção bebeu também um pouco dos ensinamentos de alguns concursos televisivos, como, por exemplo, o "Preço Certo".
Daí que, a bem das audiências, se permitam interromper telejornais do horário nobre para um directo com um alegado vizinho que tenta acertar a que horas é que acha que viu acender a luz da casa de banho em casa dos McCann no 20º dia depois do alegado desaparecimento.

Os autores inspiraram-se ainda no "Quem quer ser Milionário".
É por isso que se entrevista a senhora da limpeza do homem que leva os jornais ao laboratório onde se diz que se fizeram as análises e lhe fazem perguntas (para 1.000.000 euros?) sobre se concorda com os métodos de investigação da polícia portuguesa (os quais, já agora, nunca foram tornados públicos).

Para que tudo isto corresse bem e tivesse o impacto que teve, não podia faltar um excelentíssimo leque de actores.
Assim, ao longo destes últimos meses, o público foi assistindo às portentosas representações de nomes como Louresvaldo Josiel (no papel de Papa), Wellington Monteiro (no papel de Primeiro-Ministro Britânico) ou Manel Fagundes (as himself, como mirone dos jornalistas na Casa da Luz).

Caros amigos, não fiquem frustrados nem ofendidos pelo que passaram ao longo destes meses.
Aplaudam, isso isso, a audácia e o brilhantismo desta produção, que vos fez acreditar, realmente, numa coisa que nunca existiu.

Madeleine McCann nunca existiu.

A maior prova? Algum de vocês a viu mesmo antes do desaparecimento?

Logo vi...!