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segunda-feira, 30 de junho de 2008

UMAS FÉRIAS DE SONHO

O jornal "Metro" tem uma rubrica diária, chamada "pergunta do dia", na qual questiona, na rua, 3 cidadãos, sobre um tema da actualidade.

Porque as férias estão aí à porta, numa das suas últimas edições foi perguntar, a 3 alminhas, "Quando viaja, que objecto é imprescindível para levar consigo?"Como podem ver, o Bruno, que tem a fascinante profissão de caixeiro, escolhe o telemóvel como objecto da sua preferência.
Além de precisar de estar contactável, diz estar muito dependente do aparelho.
Estranho, muito estranho, um jovem de 20 anos estar dependente dum aparelho cuja função principal, logo a seguir a fazer e receber chamadas e mensagens, é vibrar...

Também o Fábio, de 26 anos, escolheria levar para férias o telemóvel. Só que, como é funcionário da TMN, no seu caso isso significa qualquer coisa como levar um objecto de trabalho.
Amor à camisola???

Por essa ordem de ideias, o Paulo, de 37 anos, porque é empregado de escritório, poderia ter escolhido levar alguns clips e agrafos. Mas não. Provavelmente é funcionário de um escritório público e decidiu levar um dos objectos mais utilizados nas repartições públicas: a almofada (não a dos carimbos...)


Respeito o gosto e as opções de cada um. Sem excepção. Mas já repararam que nenhum destes três estarolas escolheu uma peça de roupa???

Portanto, se se cruzarem na rua com 3 indivíduos nús, dois de telemóvel na mão e um carregado com uma almofada, não se assustem: são o Bruno , o Paulo e o Fábio. E estão, apenas e só, a curtir as férias.

Já agora... e tu, que objecto levavas para férias?

terça-feira, 4 de dezembro de 2007

Bêbado e cansado

A edição de hoje, do jornal "Metro", divulga um estudo feita por aquele periódico, sobre a utilização de preservativo nas relações sexuais.

À pergunta "Porque é que não usa preservativo quando tem relações sexuais?",

65,7% disseram que usam outro tipo de protecção.

Para que percebam melhor o âmbito das respostas, é importante referir que a pergunta não versava sobre as relações sexuais em si, antes se incluia num inquérito sobre a Sida e que acabou de se divulgar que Portugal é um dos países com maior número de novos casos.

Importa pois salientar que a questão não era como evitar uma gravidez.
Sendo assim... que outro tipo de protecção??!? caneleiras? chuteiras com pitons de aço? Cabelo à Paulo Bento (para afastar os parceiros)?

18,1% responderam que não gostam de preservativos
(relembro, também, que a pergunta não era incluída num quiz sobre um qualquer roteiro gastronómico).

1,4% achou que a melhor resposta possível era "seria muito caro".
É importante pensar que alguns destes têm relações com prostitutas. Fico a saber que elas estão mais caras, à hora, do que o plástico à grama...

1,1% respondeu que não queria pedir ao parceiro.
Esta, acho bem. Seria indecente cravar um preservativo ao parceiro para ir usar com outra pessoa.

1,0% normalmente esquecem-se de usar.
Menos mal. Seria mais problemático se usassem mas se esquecessem de ter relações sexuais.

Mas o que realmente me surpreendeu nas respostas obtidas (e divulgadas) foram duas coisas: primeiro, o facto de ninguém se queixar de não encontrar preservativos para o seu tamanho (fosse pela medida grande fosse para short dick sizes). Depois, foi a fraquíssima percentagem da categoria seguinte:

Houve 0,2% dos inquiridos que responderam que não usavam preservativos nas relações sexuais porque... "normalmente estou cansado/bêbado".

Um gajo não usa preservativo porque está cansado????
Quer dizer, eu sei que dá alhgum trabalho pôr o preservativo, mas a partir dum momento em que um indivíduo se predispõe a passar (NO MÍNIMO) uns largos minutos a fazer flexões ou a andar para cima e para baixo, é a trabalheira de pôr um preservativo que vai incomodar???

Também a parte do estar bêbado, para mim não é desculpa.
Embora tal nunca me tenha sucedido, leio muito sobre esta matéria. O que faz de mim um perito, ao menos (e só) na teoria.

E, por isso, acho que um gajo estar bêbado não significa que esteja parvo.

O que me faz lembrar aquela anedota (and now for something completely different):

"Um político, que estava em plena campanha, chegou a uma pequena cidade, subiu num caixote e começou o seu discurso:

- Compatriotas, companheiros, amigos! Encontramo-nos aqui, convocados, reunidos ou ajuntados, para debater, tratar ou discutir um tópico, tema ou assunto, o qual é transcendente, importante ou de vida ou de morte. O tópico, tema ou assunto que hoje nos convoca, reúne ou ajunta, é a minha postulação, aspiração ou candidatura a Presidente da Câmara deste Município.

De repente, uma pessoa do público pergunta:
- Ouça lá, porque é que o senhor utiliza sempre três palavras, para dizer a mesma coisa?

O candidato respondeu:
- Pois veja, meu senhor: A primeira palavra é para pessoas com nível cultural muito alto, como poetas, escritores, filósofos, etc.. A segunda é para pessoas com um nível cultural médio, como o senhor e a maioria dos que estão aqui. E a terceira palavra é para pessoas que têm um nível cultural muito baixo, pelo chão, digamos, como aquele bêbado, ali jogado na esquina.

De imediato, o bêbado se levantou, cambaleando, e respondeu:
- Senhor postulante, aspirante ou candidato! (hic) O facto, circunstância ou razão pelo qual me encontro (hic) num estado etílico, bêbado ou mamado (hic), não implica, significa, ou quer dizer que o meu nível (hic) cultural seja ínfimo, baixo ou, mesmo, ralé hic). E com todo o respeito, estima ou carinho que o Sr. me merece (hic) pode ir agrupando, reunindo ou ajuntando (hic) os seus pertences, coisas ou bagulhos (hic) e encaminhar-se, dirigir-se ou ir diretinho (hic) à leviana da sua genitora, à mundana da sua mãe biológica ou à puta que o pariu!"
(autor desdohecido)