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terça-feira, 25 de março de 2008

Camacho: O bate c'a porta

Como todos sabem, José António Camacho abandonou, recentemente, o cargo de treinador de futebol do Benfica, alegando não ter argumentos para motivar os jogadores.

Só para quem não ligue minimamente ao mundo do futebol ou para quem ande completamente distraído isso poderá ter constituído uma surpresa.

É que ao longo de toda a vida foi o que Camacho fez em TODOS os projectos a que se ligou.

Se bem se lembram, ainda não há muito tempo, já se havia demitido do cargo de treinador do Real Madrid, alegando haver demasiadas ingerência da Direcção, que o impediam de domar os “galácticos” jogadores do clube.

Mas estas são apenas as duas mais recentes situações, as que estão ainda na mente de quase todos os adeptos do futebol.

Mas os Sorrisos em Alta, em mais um fantástico trabalho de jornalismo de investigação, conseguiram apurar muitas outras situações.

Eis apenas algumas das mais significativas:

Época 2002/2004
Toma a iniciativa de se despedir do cargo de seleccionador de futebol da Espanha.
A amigos terá confidenciado que não tinha prazer em treinar uma equipa que só tinha espanhóis.

Época 1914/1915
Camacho é convidado pelos irmãos Rex e Ona para testar uma nova invenção.
Apresenta a sua demissão do projecto um dia depois, declarando ”Vocês nunca vão conseguir criar nada que acabe com estas manchas sexy que tenho nos sovacos”.
O desodorizante Rexona é hoje um dos mais vendidos do mercado.

Época 1496/1497
Camacho era, nesta altura, o capitão de uma frota da armada espanhola, tendo sido o primeiro a avistar o Brasil.
No entanto, mesmo antes de chegar a terra, Camacho decide abandonar a missão, escrevendo, no diário de bordo que “naquela terra, com aquele calor e aquelas morenas na praia, nunca haveria de surgir um bom jogador da bola” (sic).
Pouco depois, acabaram por ser os portugueses ficar com os louros (e algumas das morenas).

Época 798/799
Camacho denuncia, unilateralmente, o seu contrato de casamento.
Perante o padre, terá dito “Eu tenho treinado muito e bem. Mas quando não entra, é azar. Só me falta sorte”.

Época -1/0
Contrariamente ao que a maioria das pessoas acha que sabe, os Reis Magos eram 4 e não 3. Para além de Gaspar, Baltasar e Belchior (a quem há quem chame Belquior), havia Camacho.
Mas antes de chegar ao curral, abandonou o grupo, dizendo que não estava para estar montado num animal mais esperto que ele próprio.

Época -100 ac / -99 ac
O jovem José António Camacho abandona o exército espanhol, alegando não se conseguir adaptar à rígida disciplina e, muito menos, ao facto de não poder desfilar vestido com fato de ballet e botas da tropa.

Época -307 ac / -306 ac
Camacho abandona a escola. Aos pais terá dito que não se conseguia concentrar em tarefas cujo objectivo não fosse jogar para o empate.

Época -412 ac / - 411 ac
Camacho abandona o ventre da mãe, às 3 semanas de gestação, gritando “salir a ganar!!!” (sair a ganhar) Questionado pelos pais e jornalistas, sobre a utilização de tal táctica, respondia sempre: “Mas porque é que me perguntam sempre isso?? Não sei! Não sei!”.

quinta-feira, 21 de fevereiro de 2008

Deus é do Benfica

A cerca de 1 minuto do final do jogo, o Benfica perdia 2-0 com o Nuremberga e estava praticamente eliminado por uns cepos alemães.

De repente, tudo mudou.

Uns dizem que foi a táctica. Outros, que foram as substituições. Outros, que foi pura sorte ou a ajuda divina.

Como pelos vistos não é o ganharem muito dinheiro que os motiva, fico a achar que a reviravolta no jogo, em apenas 2 minutos, se ficou a dever a Óscar Cardozo e a Di Maria quererem cobrar a promessa deste benfiquista desesperado:

quarta-feira, 9 de janeiro de 2008

Fodidos prá porrada!

Anda meio mundo a rir-se do que aconteceu no passado fim-de-semana, em que dois jogadores do Benfica quase se travaram de razões (um com o outro), em pleno jogo.

Aqui, uma das imagens, em que Katsouranis ensina uma palavra nova em grego ao Luisão:Foram mais que muitos os que consideraram as imagens reprováveis (e outros adjectivos do género). Muito sinceramente, não entendo porquê.

Porque nesse aspecto, as águias do Benfica até são calmitas. Foram apenas uns ameaços e sanou tudo por ali.
Já no Águia dos Arrifes, um clube da Associação de Futebol de Ponta Delgada, as coisas são feitas como deve ser!

De cima, vem o exemplo: o presidente, Eusébio Alves, está castigado por 3 meses.

Mais abaixo, o treinador, José Raposo, está suspenso por 5 meses.

Estes dois aguardam ainda a conclusão de mais 3 inquéritos disciplinares, por injúrias, ameaças e agressões a árbitros.

O último foi o avançado André Pacheco que agrediu um árbitro num jogo do campeonato de São Miguel e foi suspenso por uns míseros.... 5 anos!!!!

terça-feira, 8 de janeiro de 2008

Futebolês

Enquanto os grandes clubes de futebol (porque podem) andam à procura de talentosos jogadores (alguns de tenra idade), os clubes com menos posses andam à procura de jogadores com determinadas características.

Quem leia os jornais desportivos já não estranha que um determinado treinador (ou olheiro) já não ande à procura de um lateral esquerdo com um bom pé direito, mas antes de um jogador alto (por exemplo).

O último caso veio nas notícias do jornal Record de hoje:
Como podem ver, Tulipa, o treinador do Estoril-Praia, foi ao Estádio do Restelo ver um jogo de Os Beleneses, para observar, in loco, alguns jogadores que o Belenenses alegadamente pretende dispensar.

Aparentemente não fará diferença o facto de eles não terem jogado e terem passado o jogo no banco de suplentes.

Como qualquer José Mourinho de bancada, facilmente consigo imaginar o teor do relatório entregue hoje, por Tulipa, à sua Administração, sobre os jogadores que foi observar:

"É um jogador forte. Esteve bem fisicamente, não acusando qualquer esforço no final da partida. Tem um elevado sentido posicional, tendo jogado a toda a largura do banco. Não falhou um único passe. Não sofreu qualquer lesão nem viu nenhum cartão amarelo. Aliás, nem sequer cometeu qualquer falta. Boa visão de jogo, com boa postura. Parecer altamente positivo"

sábado, 29 de dezembro de 2007

Faccioso? Eu???

Quem tem que assistir a jogos de futebol narrados pelos comentadores nacionais certamente desespera com aquilo que ouve.

Não falo tão somente da falta de vocabulário ou dos erros. Agora referia-me, especificamente, à claríssima apetência que quase todos eles têm para não só não esconder como quase fazer questão de exibir a sua preferência clubística.

O relato de um jogo de futebol deve ser isso mesmo: uma narrativa, uma descrição dos factos, sem tendencialismos, sem exageros.

Um excelente exemplo de como deve ser feito um relato é-nos dada pelo locutor brasileiro deste pequeno video.
Linguagem isenta e transparente até para quem não percebe nada de futebol.
Ora ouçam:

sábado, 17 de novembro de 2007

Samba e Futebol

Mesmo que não gostem de futebol, não deixem de ver esta.

No último jogo do Brasil (com o Equador), um jogador brasileiro (Robinho, do Real Madrid), deu "show de bola".

Mostrou porque é que o Brasil é o país do samba e do futebol. Ah, e do sexo, já que, para mim, fez amor com a bola.

A jogada acabou por dar em golo (o que só a enaltece, mas nem é o mais importante). Mais que futebol, é samba. Ou um bailado. Ou ARTE (numa das suas manifestações).

No final, Robinho (apesar de tudo sempre humilde), deu um nome à finta. Chamou-lhe "Um para cá dois para lá... vem pra cá, que eu vou pra lá".

Apreciem (e tenham dó do senhor equatoriano, que levou aqueles nós todos):